domingo, 21 de maio de 2017

Diz que é... Madrid!! #3

Bem, neste caso é mais Salamanca! :D
De todos os fins de semana que fui, nenhum teve uma viagem a outra cidade que não a Madrid, por isso a expectativa estava alta!
Em comparação com Madrid, Salamanca é muito diferente mesmo!! Tem um ar muito mais cuidado e limpo, não tem tanto aglomerado de pessoas, anda-se muito bem!
Tem alguns sobes e desces, algum esforço físico, mas compensa muito!
Bem, nós começámos por visitar os Jerónimos lá do sítio, literalmente!! A Catedral dos Ierónimos, muito bonita tanto por fora como por dentro. Pagámos cerca de três euros e pouco, não achei muito para aquilo que vimos, que foi imenso!!
Dá para visitar a parte interior e superior exterior da Catedral, a qual tem uma vista lindíssima sobre a cidade!










Depois desta visita, seguiu-se o almoço. Não conhecíamos nada, também não pesquisámos muito, deixámo-nos levar e fomos parar a um restaurante muito simpático o Pomodoro com uma decoração muito muito agradável onde talvez me tenha sentido como se sentem os italianos nos restaurantes típicos em Itália. A comida estava agradável, podia ser um bocadinho melhor, mas os preços também eram simpáticos :)





Após almoço seguiu-se o passeio para conhecer a cidade, e aí conhecemos a siesta.. 
Passo a explicar, a siesta é um conjunto de horas em que os estabelecimentos e monumentos estão encerrados - excepto as casas de souvenirs, vá se lá perceber o motivo........ - e que fez com que apenas víssemos os monumentos por fora.. Não foi mau de todo, por que deu para saber onde era o quê e deu para conhecer a cidade, mas eu queria ter visto mais.. :(




Ainda deu para andar bastante, ver a Universidade de Salamanca por fora, deu para ir à fachada e procurar a rã. Meus amigos, uma coisa tenho a dizer-vos: se forem a Salamanca e virem rãs sabem que tem algo a ver com o local, certo? E se vêem como souvenir uma rã em cima de uma caveira, vão desconfiar, certo? ERRADO!!! Passei em montes de lojas e lojinhas com souvenirs desse género, e quando fui à procura da tal rã na fachada da Universidade acham que me ocorreu que a rã poderia estar na cabeça de uma das 500 mil caveiras que figuram na fachada?? Claro que não! Despistada que só eu, andei à procura e quando encontrei só me ri! 

Fachada da Universidade de Salamanca
Também passei pela casa das conchas que é muito bonita, mas a parte exterior estava em obras e por isso estava tapada. 

Casa das Conchas
As casas com souvenirs são aos molhos, mas em comparação com as mesmas casas no centro de Madrid, os preços são ligeiramente mais em conta.
No passeio, aquando da siesta, passámos pelo Convento de las Dueñas, Diputación de Salamanca, Plaza Mayor - a de Salamanca, claro -, Plaza Poeta Iglesias e o monumento, Mercado Central de Salamanca,  Convento de San Esteban, a ponte romana e a Iglesia de Santiago.

Entrada do Convento de las Dueñas

Convento de San Esteban
 
Paseo de San Gregório


A Ponte Romana

Iglesia de Santiago

Plaza Mayor

Uma das casas da Calle Rúa Mayor (a rua do restaurante)

Tirei um largo número de fotografias a tudo e mais alguma coisa que achei que tivesse alguma particularidade ou algum pormenor engraçado, acontece que depois fico sem saber muito bem o que é o quê, ou em que rua em específico.

Por um dos caminhos que ia ter ao Ieronimos


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Diz que é... A Senhora dos Papagaios!

Eu não sei se costumam navegar muito pela blogosfera, mas existe um blog - entre outros, claro - que merece destaque, por vários motivos. Um deles é quando este apela à criatividade de todos de todas as formas e feitios, literalmente!
Falo do blog Palmier Encoberto o qual vou seguindo e que me faz soltar risos e sorrisos.
Recentemente a blogger Palmier lançou uma corrente assim, vá, para o artístico. A Palmier fez um quadro lindíssimo já nomeado como "A Senhora dos Papagaios" e eis que outra blogger , Mirone,  fez  outro quadro, com grande inspiração no original. E assim foi dado o mote para que outros bloggers deste mundo blogosférico fizessem a sua versão d' "A Senhora dos Papagaios".
Não deixem de espreitar!! Eu própria dei o meu pequeníssimo contributo numa espécie de teste de materiais! ;)

P.S. Parece estranho, mas gosto bastante destas correntes que nos levam a conhecer outros bloggs :)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Ontem à tarde apeteceu-me uma bola de Berlim..

Ontem à tarde apeteceu-me uma bola de Berlim. Daquelas como as que comemos na praia, cheias de creme, frescas, com açúcar em volta e que se cola aos nossos lábios.
Não é costume apetecer-me bolas de Berlim. Quando como uma, por norma estou na praia, é raríssimo comer uma bola de Berlim fora dessas circunstâncias e se me estava a apetecer comer esse maravilhoso bolo "de praia" é porque algo não vai bem. Interpretando este desejo, o meu organismo indica-me que deveria de estar na praia a apreciar esse bolinho fantástico e a sujar-me toda de açúcar e de creme. Ao invés dessa situação, eu estava a trabalhar. Não que seja mau, aliás, seria muito mau era se não tivesse trabalho! Nos dias que correm estar sem trabalho é algo deveras péssimo e não o desejo a ninguém! Mas era um facto, não estar ali a trabalhar e estar na praia a comer uma bola de Berlim.. Humm.. Que bem que me iria saber! E com a certeza que depois de acabar de enfardar iria ao mar lavar as mãos. Que visão rejubilante, quase sentia o cheiro a maresia!
Ainda assim, é mais comum apetecer-me chilli cheese do que propriamente um bolo e é mais comum comer 12 ou 18 bolinhas fritas com queijo e jalapeños do que outro qualquer bolo ou gelado.
Mas não é só isto que costuma apetecer-me, também é costume apetecer-me passear, ter a dissertação pronta, arranjar casa, trocar de carro. Até acontece com muita frequência! Com muito mais frequência do que apetecer-me  uma bola de Berlim. 
Muito mais frequente ainda é apetecer-me chá! Todos os dias, duas vezes por dia, pelo menos.
São muitas as vezes em que me apetece ficar a ver séries até mais não, jogar Sims sem ter que fazer mais nada, dormir até tarde ou ir às compras - que é raríssimo, mas uma vez ou outra, apetece-me.
Também costuma apetecer-me - e aqui sim, com muita frequência - que a guerra acabe, que deixem de existir conflitos completamente desnecessários e que os povos se unam para o bem da humanidade.
Apetece-me por vezes um chocolate ou umas gomas, um café ou um  gin. Mas ontem de tarde apeteceu-me uma bola de Berlim.. 

"Euzinha na praia em 2015 a comer uma bolinha!"

terça-feira, 25 de abril de 2017

Diz que é... Madrid!! #2

No segundo dia deste fim de semana (prolongado) fomos cedo em direcção ao centro de Madrid.
O caminho já quase se sabia de cor, eram cerca de 45 minutos desde a saída do El Escorial até à Plaza de España.
À chegada passámos pela residência oficial dos reis de Espanha - o Palácio Real de Madrid - e pelos jardins do Palácio.
Passámos também pela Plaza de España - e aqui a inteligente fotografou o monumento a Cervantes de lado...
Daí fomos directos ao Starbucks, passando pelo metro da Plaza de España, e toca de beber um expresso porque no bungalow não houve tempo, ficámos ali um pouco e só depois fomos almoçar - neste caso, ao sítio do costume.

Coisas que vemos na Plaza de España
Sempre que vamos a Madrid, almoçamos sempre no mesmo local, é um buffet de chinês e japonês onde podemos comer o que quisermos, pagando o mesmo preço - com a mais valia de podermos repetir as sobremesas - é muito bom e para o que é, eu achei bastante em conta.
Já agora, aproveito para referir que no referido restaurante, perguntei ao funcionário o que era "isto" e cuja resposta foi "Não sei, é um tipo de pescado.." Mas enfim, estava com :D

 Depois de almoço lá nos pusemos a caminho da Gran Vía, Puertas del Sol, Plaza Mayor, ainda visitámos algumas lojas, para além das milhentas lojas de souvenirs e encontrámos umas lojas que merecem destaque: uma loja de chás, uma loja de gomas XXL e outra loja mais alternativa.
Gran Vía

Gran Vía
De seguida chegámos às Puertas del Sol e claro, os "amiguinhos" de outros anos também lá estavam! Amigos esses com os quais é preciso ter bastante cautela e explico o motivo: estes bonecos, super amorosos e fofinhos e cutxi etc, são não mais que pessoas mascaradas que nos querem sacar guito. Por serem tão fofinhos e coise e tal, todos vão a correr tirar fotografias, no entanto esses bonecos cobram pelas fotografias! E não vale a pena dizer que não temos dinheiro por que os bonecos amorosos deixam de o ser pedindo de forma bruta para apagarmos as fotografias. Isto sucedeu noutros anos, pelo que já fomos todos precavidos para não flashar sobre estes bonecos.

Os "amigos" à solta nas Puertas del Sol
O urso e o medronheiro - Puertas del Sol
Em direcção à Plaza Mayor, passámos então por uma loja alternativa muito gira.


 
E por outras igualmente engraçadas :)
Nos "entretantos" e por entre as ruas em que vamos caminhando, somos brindados com fachadas  e vistas que merecem destaque!


Por fim chegámos à Plaza Mayor e foi um correr de cantos até encontrar a loja de gomas XXL que já havia visitado noutras viagens a Madrid.


De volta às Puertas del Sol, viemos pela mesma rua, mas pelo lado oposto. Passámos por uma loja de chá que é qualquer coisa de muito bom. O atendimento não era nada do outro mundo, mas a loja era espectacular com dezenas de chás de tudo o que se pode imaginar. Eu trouxe uns quantos chás e não estou nada arrependida, mas falo-vos disso noutro post :)

Outra coisa que se vê aos dois e aos três em cada rua de Madrid, ou quase, Montaditos ou Tapas. Não falha!! 
 

Já de regresso ao El Escorial, passámos pela Puerta de Moncloa, um arco mesmo no meio da estrada.








Puerta de Moncloa

Depois de sair do centro da cidade, fomos em direcção ao El Escorial. Fazer jantar e preparar para mais uma noite de fiesta! 
Estas noites são aquelas que nunca desiludem pois já sabemos com o que podemos contar, a AE não desilude!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Diz que é... Madrid! #1

Bem, já recuperada de andar de um lado para o outro, faz mala, desfaz mala, arruma aqui e ali, deixo-vos aqui uns textinhos sobre a minha estadia em Madrid.
Já tinha referido que já viajei noutros anos para Madrid, que já tinha visitado algumas coisas, este ano o segundo ia de visita seria a Salamanca, também falarei sobre essa belíssima cidade, que amei!!

Ora então Madrid - edição número 5, participação número 4.
A instituição onde estudo organiza sempre, por altura do break da Páscoa, uma viagem ao centro de Madrid - participação apenas para os alunos desta instituição. Este ano partimos de dia 1 para dia 2, de madrugada, onze autocarros em direcção ao El Escorial com duas paragens de mais de meia hora já depois da fronteira.
Não vou mentir, é uma viagem chata e cansativa. Uma pessoa quer dormir e não arranja posição no banco, há muita gente extremamente excitada no fundo do autocarro, ele é cantorias, ele é berros, ele é músicas com colunas aos altos berros. Todo um arsenal para um grande fim de semana. Não os culpo, também já fui assim, o problema é quando os estudantes de 18 a 20 e poucos anos são completamente pessoal sem noção.

Na primeira paragem já havia alguma fome. Donuts da Pantera cor de rosa e Bocaditos foi o que se arranjou. Logo a seguir aviei um pacote de batatas fritas (dos pequenos, vá..)
 
Na segunda paragem, assim que saímos do autocarro levamos logo com uma frente gelada. Toca de pedir um Té rojo! :D Este soube-me por mil!!

Pois bem, após as duas paragens de mais de meia hora como previsto e mais de nove horas de trajecto, uma pessoa começa a ver a montanha, já estava a sentir aquele alívio e ao mesmo tempo uma excitação enorme e ainda um "não acredito!!!". E assim que se passa a entrada do Resort de Bungalows do El Escorial, minha nossa.. Passa o sono, passa a fadiga, passa a resmunguice - sim, eu sou uma pessoa muito difícil de aturar, e se estou com sono e me acordam e me obrigam a sair do autocarro, imaginem!!!! - passa tudo!!
Aqueles cimos ali atrás costumavam estar cheios de neve!!

Posso dizer-vos que o tempo estava muito bom, nunca tinha apanhado aquela zona tão verde, sem neve e com flores, estava lindo!!
Esta está um pouco contra a luz, mas nos ramos das árvores já estavam a brotar as primeiras folhas :)

Toca então de sair do autocarro, procurar a mala e a mochila no meio de toda aquela confusão de malas e de pessoas e arrancar para o bungalow!
A sensação de tornar aos bungalows é fantástica! E claro, é sinónimo de que vou estar pelo menos dois dias sem pensar em confusões, em trabalho e em dissertação!
Bem, depois de arrumar o arsenal de comes e bebes, começa a dar uma soneira gigante, daquelas que parece que uma pessoa vai cair para o lado! E claro, uma pessoa tem de dormir um bocado de forma a repor energias. Juro que nessas horas em que dormi, eu não ouvi nada de nada - estava a dormir na kitchenette onde o pessoal andava de um lado para o outro e em que o chão rangia que se fartava! Que descanso brutal!!
E claro, a nossa Associação de Estudantes não faz as coisas por menos e organizou um Sunset onde distribuiu cachorros e onde algum pessoal se juntou para o beerpong. Muito convívio e alguma música à mistura, estava assim a começar este fim de semana!
Entretanto cai a noite, arrefece bastante, toca de nos preparar-mos para jantar e para a fiesta!
O bom de estar naquele local é que temos a discoteca do resort só para nós, onde o Dj é da escolha da AE e onde de certeza a música vai ser boa! E claro que não se enganaram e tudo correu pelo melhor!
Foi uma noite muito divertida com muita Bicicleta, Despacito e Chantage. O problema é que aqui a velhota já não aguenta as coisas como há cinco anos atrás, por isso às três da manhã já estava dentro do bungalow a dormir, isto porque no dia seguinte foi dia de visitar o centro de Madrid e tínhamos de acordar cedo.
Este era o cenário quando estávamos a deixar o parque para ir ao centro de Madrid:
 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Vacinar ou não vacinar, eis a questão (?)

Nestes últimos dias temos estado a par do que se tem passado com os casos de Sarampo diagnosticados em Portugal e com a recente morte de uma jovem de 17 anos a quem foi transmitido o vírus por um bebé de 13 meses que também não estaria vacinado.
Não faltaram acesos debates na internet acerca da não vacinação das crianças e de todo um rol de críticas a aos pais que decidem não vacinar os filhos como se isso fosse uma moda.
Eu acredito, aliás, quero acreditar, que os pais que não vacinaram os filhos tiveram as suas razões - assim como os pais que decidiram vacinar os filhos têm as suas razões, certo? - e que não seja uma moda como tenho vindo a ler.
Penso que não se pode desatar a chamar de irresponsável aos pais que decidiram não vacinar os filhos sem saber o motivo que levou a esses pais a não vacinar os filhos.

Vamos por partes.
Situação A - A jovem com 17 anos que veio a falecer devido ao sarampo não estava vacinada pois, quando era mais nova, a toma de uma vacina resultou num choque anafilático. Se eu fosse mãe desta criança eu revoltar-me-ia contra tudo e contra todos pois a minha filha estava a sofrer e poderia morrer a qualquer momento. No caso, se a jovem tomasse mais alguma vacina, poderia acontecer o mesmo? Eu não sei, mas se estivesse no lugar da mãe era muito provável que não quisesse que filha minha tomasse qualquer outra vacina sem que ela fosse observada primeiro e fosse posteriormente obtido o diagnóstico de que foi só àquele tipo de vacina que a minha filha desencadeou uma reacção alérgica. Mas se fosse o contrário, não tomava mais nada!
Situação B - O bebé que deu entrada no Hospital de Cascais com sarampo tinha 13 meses e ainda não tinha a vacina em dia. Não li em sítio algum que os pais eram contra, mas que simplesmente houve um atraso e o bebé ainda não tinha sido vacinado. Posto isto, acho que é simples, certo?
Situação C - No próprio Hospital houve casos de contágio em que alguns dos contagiados tinham sido vacinados e outros não tinham sido vacinados, mas já tinham contraído a doença. Repito, alguns dos contagiados tinham sido vacinados.
Situação D -  A vacina contra o sarampo - e não só - só foi incluída no Plano Nacional de Vacinação (PNV) em 1974, ou seja, antes de 1974 só quem pudesse comprar a vacina iria vacinar os seus filhos. Em 1990 foi introduzida a segunda dose desta vacina. Segundo os dados do Pordata, no ano de 2015, o número de pessoas com idade até aos 39 anos e provavelmente vacinadas só com a primeira dose (seria suposto, certo?) é de 4.571.553 e o total de pessoas com 25 anos e com as duas doses (como seria de esperar, certo?) é de 2.137.943. O total de pessoas com mais de 39 anos é de 5.786.523 - e que muito provavelmente teve sarampo.. - isto é, mais de metade das pessoas em 2015, em Portugal, não tinham, em princípio, a vacina contra o sarampo.
Situação E - A vacina contra o sarampo, não somente é uma vacina contra esta doença, mas sim uma vacina combinada contra três doenças: sarampo, papeira e rubéola, a chamada VASPR. Sou só eu que acho anormal o facto de estar tudo incendiado contra os pais que não vacinam os filhos e no caso de não terem efectivamente vacinado contra o sarampo, não vacinaram contra mais duas doenças, no entanto é apenas de sarampo que se fala? Decerto podem dizer que é devido ao facto dos "grupos" estarem já vacinados e de isso criar condições que propiciem o não avanço das outras duas doenças, mas do meu ponto de vista é um pouco anormal que isto se passe apenas com o sarampo - mas é só o meu ponto de vista, não é um dado adquirido nem devidamente fundamentado.
Situação F - Para além do nosso país temos o resto do mundo, onde a informação, bem como as próprias vacinas podem não chegar a todos. Se alguém vier de outro local do mundo para Portugal e não tiver a vacina do sarampo, como actuar? 
Penso sinceramente que esta questão deveria de ser fortemente debatida e fundamentada para que no futuro casos como este não se repitam. Poderiam ser feitas campanhas de sensibilização onde se pudessem informar e alertar as pessoas para o risco da não vacinação, e repito, informar.
Hoje em dia o que mais vejo é pessoas a comentar nas redes sociais sem o mínimo de bases que fundamentem o seu argumento. Vivemos muito mais num tempo em que as coisas são assim porque são assim e porque sempre se fez assim. Isto, é claro, com informação à disposição, informação essa que infelizmente nem sempre é a "melhor" e cujas pessoas não se esforçam por procurar mais e saber mais - tanto  neste assunto como em qualquer outro.. -  e ao invés de se criticarem a si próprias antes de escreverem o que quer que seja, optam por criticar "os outros"  e tecer considerações em que o importante é mencionar os outros e sem pensar no próprio.
Quanto à erradicação de qualquer doença, por uma questão de lógica, nenhuma doença estará totalmente erradicada e eliminada também não é por muito tempo. Se as vacinas são produzidas, o vírus tem de existir em laboratório - e em princípio controlado, é que toda a gente espera -, se o vírus está supostamente controlado, existe a hipótese de haver um "descontrolo" e o vírus se espalhar, certo? Então por esta (minha) lógica, nada vai estar alguma vez erradicado, mas sim, momentaneamente controlado.
Por fim, e de importância extrema, queria não só alertar para a importância da vacinação dos pequenos de forma a proteger não só as crianças mas proteger a sociedade e contribuir para o bem estar de todos, mas também alertar para a importância de se estar informado perante situações como a que abordei no início e de não se mandar postas de pescada nas redes sociais  sem se saber o motivo dos acontecimentos.